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Dados Internacionais de Catalogação-na-Publicação (cip) a revisão linguística é de responsabilidade dos autores

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Memórias do X Congresso da Rede Euroamericana de Motricidade Humana

XXI Congreso Internacional de Ciencias de la Cultura Física

Artigos

rendimiento de potencia en los portadores del genotipo XX, lo cual podríamos deducir que los por-

tadores del genotipo XX serían más susceptibles al daño muscular (Clarkson et al., 2005, Vincent 

et al., 2010) específicamente en la línea Z del sarcómero. 

La enzima creatina quinasa (CK) es utilizada como marcador bioquímico para diversas al-

teraciones a nivel celular, y es utilizado como indicador de daño muscular. El estudio de la enzima 

CK, ha tenido un particular interés como indicador de daño muscular después de realizar diferentes 

ejercicios (Landau et al., 2012; Wu et al., 2004). El ejercicio, induce la salida de componentes intra-

celulares musculares hacia el líquido extracelular, como lo es la CK, debido al daño de la membrana 

muscular (Brancaccio, Lippi y Maffulli, 2010). La actividad de la enzima CK, sufre incrementos en 

niveles plasmáticos (Heled, Bloom, Wu, Stephens y Deuster, 2007), cuando el ejercicio es de carác-

ter aerobio (Hoffman, Ingwerson, Rogers, Hew-Butler y Stuempfle2012) o anaerobio (Rodas et al., 

2002; Vincent et al., 2010), e incluso después de una prueba de Wingate (Hammouda et al., 2012), 

la cual es considerada como un ejercicio anaerobio supramáximo (EAS) (Bar-Or, 1981).

Recientemente, dicho daño muscular se ha investigado con la presencia de los genotipos 

de ACTN3 y la actividad de la CK tanto en sujetos físicamente activos y atletas (Clarkson et al., 

2005; Landau et al., 2012; Belli, Crisp y Verlengia, 2017). Sin embargo, el intento por inducir daño 

muscular ha sido mediante protocolos de ejercicio excéntrico (Clarkson et al., 2005; Vincent et al., 

2010; Venckunas et al. 2012). Dichos protocolos son poco comunes durante la actividad deportiva y 

a su vez, se observan inconsistencia en los resultados de la actividad de CK y genotipos de ACTN3.

Debido a lo anterior, se hipotetiza que los portadores del genotipo XX vs RR y RX, presen-

tarán una mayor actividad de la enzima CK después de un EAS (prueba de Wingate). Siendo el EAS 

más común durante una actividad deportiva. Por lo cual, el propósito del presente trabajo es: a) 

determinar si los poseedores del genotipo XX vs RR y RX presentan mayor actividad de la enzima 

CK en condiciones basales, a las 24 y 48 h después de realizar un EAS, b) determinar si un EAS 

genera incrementos en la actividad de CK.

Materiales y Métodos

Sujetos

En un estudio longitudinal y por conveniencia, se reclutaron por invitación directa a 42 

hombres sanos físicamente activos, que realizaban actividades de recreación y deportivas de ma-

nera regular por lo menos de 2 a 3 días a la semana. Los sujetos reclutados tenían una edad entre 

18 y 35 años y eran estudiantes universitarios pertenecientes a la Licenciatura de Entrenamiento 

Deportivo de la Universidad Autónoma de Ciudad Juárez (UACJ). En el estudio no se incluyeron a 

sujetos que fueran atletas de alto rendimiento, que estuvieran bajo algún tratamiento médico, 

que presentaran una lesión muscular y que hayan realizado actividad física intensa 3 días previos 

a las evaluaciones físicas. A cada uno de los sujetos se les explicó los procedimientos y riesgos 

propios de las evaluaciones del estudio. Posteriormente se les solicitó su aprobación para partici-

par en dicho estudio a través de la firma de la carta de consentimiento informado. Luego, se les 

aplicó un cuestionario de salud general y el cuestionario PAR-Q & YOU (Thomas et al., 1992) para 



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