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Dados Internacionais de Catalogação-na-Publicação (cip) a revisão linguística é de responsabilidade dos autores

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Resumos

Memórias do X Congresso da Rede Euroamericana de Motricidade Humana

XXI Congreso Internacional de Ciencias de la Cultura Física

COMPARAÇÃO DA POTÊNCIA DE MEMBROS INFERIORES ENTRE ATLETAS DE 

ALTO NÍVEL E SURDOS PRATICANTES DE FUTSAL

Pesquisadores: FAVRETTO, Eduardo

SOARES, Ben Hur

PIMENTEL, Gilnei Lopes

BONA, Cleiton

CALEGARI, Leonardo

FIN, William

TRICHEZ, Romário

Área de conhecimento: Área das Ciências da Vida

A FIFA estima que há 1,7 milhões de jogadores de futsal registrados no mundo, no Brasil, calcula-

-se que são mais de 310 mil atletas, em 4 mil clubes (FIFA FUTSAL WORLD CUP BRAZIL, 2008). Os 

praticantes necessitam basicamente de: resistência muscular localizada, velocidade, potência, 

agilidade, flexibilidade, coordenação e equilíbrio (SANTOS, 1995). Para praticantes surdos o futsal 

precisa de alguns ajustes, como todos os outros esportes, pois as modalidades que praticam pre-

cisam sofrer adequações de arbitragem, tornando-se necessário o uso de sinalizadores visuais. O 

objetivo do estudo foi comparar e verificar diferenças na potência de membros inferiores entre 

atletas de alto nível e surdos que praticam futsal. Sendo um grupo (surdos) a equipe campeã do 

Campeonato Estadual do Rio Grande do Sul de Futsal para Surdos (G1) - ano 2016 (n = 8; idade: 

22,6 ± 2,7 anos; altura 169 ± 02 cm; peso: 65,8 ± 4,1 kg) e outro (G2), atletas profissionais de 

futsal (n = 8; idade: 22,5 ± 1 anos; altura 173 ± 02 cm; peso: 73,5 ± 3,1 kg) de diferentes equipes 

e divisões do estado. Como critério de inclusão para o G2, selecionou-se atletas com idades próxi-

mas à média da equipe G1. Em ambos os grupos não foram avaliados goleiros. Realizou-se análise 

estatística descritiva entre os grupos através do Test t Student não pareado, considerando p<0,05. 

A potência muscular foi avaliada através da impulsão vertical, com um tapete Jump System Pró 

(1000 x 600 x 8 mm), por meio do Software Jump System 1.0. O equipamento registra a impulsão 

em centímetros via programa computadorizado, fazendo a leitura através do peso do indivíduo e 

do tempo de voo. O protocolo utilizado foi o Squat Jump, onde não é permitido a utilização dos 

balanços dos braços, devendo manter as mãos na cintura durante todas as fases do salto. Cada 

atleta executou 03 saltos válidos, com um intervalo de 30 segundos, selecionando o de maior va-

lor. Os resultados, mostraram que não houve diferença estatística entre os grupos, Surdos 33,75 

± 2,09 cm e G2 35,81± 0,78 cm, porém houve leve superioridade do G2, provavelmente pelo fato 

de ser constituído por atletas profissionais, que possuem uma carga maior de treinamento e de 

competições. Desta forma, pode-se concluir através da avaliação da potência muscular de mem-

bros inferiores que esta capacidade não é influenciada pela surdez, haja vista que os valores foram 

muito próximos e não significativos entre os grupos. 

Palavras-chave: Futsal. Surdos. Potência de membros inferiores.

benhur@upf.br



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