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Dados Internacionais de Catalogação-na-Publicação (cip) a revisão linguística é de responsabilidade dos autores

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Resumos

Memórias do X Congresso da Rede Euroamericana de Motricidade Humana

XXI Congreso Internacional de Ciencias de la Cultura Física

COMPARAÇÃO DE FORÇA MÁXIMA EM DIFERENTES TIPOS DE TESTES

Pesquisadores: MUNIZ, Rovani

SOARES, Ben Hur

Área do conhecimento: Área das Ciências da Vida

Avaliar o aluno iniciante, intermediário ou avançado, serve de parâmetro para se ter a segurança 

necessária para prescrição adequada e individualizada. O teste de 1RM está ao alcance dos profis-

sionais, já o dinamômetro Isocinético (DI), pela dificuldade de aquisição do aparelho, é limitado 

a poucos, (HEYWARD, 2004). Objetivo: quantificar a força máxima para a flexão e extensão de co-

tovelos através do teste de 1RM e no DI, comparando os indicadores, as relações existentes entre 

ambas as avaliações e identificar assimetria de força relacionada com a lateralidade dominante. A 

população de estudo foi composta por 24 acadêmicos do curso de educação física da Universidade 

de Passo Fundo(UPF), de ambos os sexos. Para medir 1 RM, foi usado o Cross Over, da Academia 

da UPF, e para o pico de torque de força muscular, utilizou-se o DI Computadorizado Biodex TM 

Multi Joint System 3 Pró®. do Laboratório de Biomecânica da UPF. O teste de 1 RM demonstrou 

uma pequena diferença de 0,3% maior nos valores médios em Kg, alcançados pelo braço esquerdo 

tanto na flexão quanto na extensão de cotovelo; ao avaliar os mesmos grupos musculares no DI, 

os indicadores apontaram diferenças de 3,2% na flexão e 2,8% na extensão de cotovelo, ambas 

pró-lado direito; ao comparar os testes de 1 RM frente a dominância, constatou-se diferenças de 

0,3% na flexão e 1,7% na extensão de cotovelo maiores para o membro não-dominante; já o teste 

DI apontou índices maiores para o lado dominante; com médias 4,4% maiores na flexão e 1,4% 

maiores na extensão; quando analisada a diferença percentual de força entre a flexão e extensão 

de cotovelo do mesmo braço, o teste de 1 RM sugere uma diferença de 17,1% favorável à flexão 

em ambos os lados, enquanto que no DI aponta indicadores maiores para a extensão de cotovelo 

nos dois lados, no braço direito uma diferença de 19,6% e no esquerdo 21,6%. Pode-se concluir 

que não há concordância ente os dois tipos de avaliações; quanto à lateralidade, o teste de 1 RM 

apontou indicadores de força maiores para o lado esquerdo, enquanto que o teste DI demonstrou o 

contrário; da mesma forma, na comparação de dominância, o membro não dominante prevaleceu 

no teste de 1 RM, ao contrário do resultado obtido no DI.

Palavras-chave: Musculação. Isocinético. 1 RM. Força máxima.

benhur@upf.br


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Resumos

Memórias do X Congresso da Rede Euroamericana de Motricidade Humana

XXI Congreso Internacional de Ciencias de la Cultura Física

CONFECÇÃO DE MATERIAIS PARA AS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR 

POR MEIO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Pesquisadores: SCHNEIDER, Luan

BARETTA, Elisabeth

Área do conhecimento: Área das Ciências da Vida

A preservação do meio ambiente é fator importante, tendo em vista o alto nível de poluição urbana 

e de desperdício exagerado. A conscientização sobre a reciclagem do lixo é fundamental no âmbito 

escolar, para que os objetos tenham uma destinação final correta. Alguns deles, por exemplo, po-

dem ser utilizados na confecção de equipamentos para a Educação Física escolar. O objetivo desta 

intervenção foi transmitir o pensamento sustentável aos escolares visando amenizar o desperdício 

de materiais recicláveis. A execução deste projeto fez parte do componente curricular Estágio 

Curricular Multidisciplinar II do Curso de Educação Física da Unoesc, campus de Joaçaba, SC, Brasil 

e foi aplicado em aulas de intervenção para alunos do 8º e 9º ano de uma escola pública municipal 

de Piratuba, SC. No primeiro momento, explanou-se sobre o tema “sustentabilidade” aos alunos 

e foi realizada uma atividade orientada de pesquisa no laboratório de informática da escola sobre 

possíveis formas de confeccionar materiais alternativos para o atletismo escolar. Na intervenção 

seguinte, os alunos confeccionaram os materiais com orientação do estagiário e supervisão do 

professor da escola. Após os materiais finalizados, foram realizadas as vivências práticas de cada 

objeto no ginásio de esportes. No contexto geral, os escolares atingiram o objetivo proposto, as-

similando a ideia de não desperdiçar objetos recicláveis e reutilizá-los para outros fins e, dessa 

forma, preservando o meio ambiente e contribuindo para atividades das aulas de Educação Física. 

Foi visível a motivação das turmas durante o estágio, pois as atividades foram diferentes daque-

las do cotidiano escolar. O Estágio Curricular Multidisciplinar II agregou experiências práticas de 

docência na Educação Física para o ensino fundamental anos finais, em que foi possível assimilar 

técnicas e metodologias diferenciadas no processo de ensino e de aprendizagem.

Palavras-chave: Conscientização. Sustentabilidade. Materiais recicláveis. Educação Física.

schneiderluan10@gmail.com

elisabeth.baretta@unoesc.edu.br



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