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Freitas; Mendonça; Lopes 

Rev. de Economia Agrícola, São Paulo, v. 61, n. 2, p. 5-16, jul.-dez. 2014

 

8

em que: 

- A.P.: área plantada em hectares; e 

A.C.: área colhida em hectares; 

 

Grosso modo, a A.P. é representada como 

uma função dos preços de mercado dos produtos 

agrícolas, dos preços dos respectivos insumos e das 

condições tecnológicas de operação do produtor. Já a 

área colhida é uma função das mesmas variáveis da 

área plantada e de variáveis randômicas como in-

cidência de pragas e condições climáticas durante as 

operações a campo. Portanto, pode-se dizer que a 

perda de área também é uma variável randômica. 

 

Considera-se que as variáveis climáticas, de 

qualidade de solo, e de manejo como por exemplo 

controle de pragas, que não estão sob pleno controle 

do produtor e afetam o nível de área colhida, impac-

tam diretamente o nível de perdas verificado no 

momento das safras, seja para as lavouras tempo-

rárias, seja para as lavouras permanentes. 

 

Em termos práticos, o procedimento de cálculo 

foi dividido em duas etapas. Inicialmente, o método 

hierárquico aglomerativo foi utilizado na análise dos 

dados para indicar uma quantidade de agrupamentos 

que melhor se adequasse a eles

11

. Nele, cada elemento 

inicia-se representando um grupo e, a cada passo, um 

grupo ou elemento é ligado a outro de acordo com 

sua similaridade, até o último passo, no qual é forma-

do um grupo único com todos os elementos que apre-

sentem similaridade para aquela variável.  

 

Em segundo plano, após a análise ano a ano, 

construiu-se uma tabela com os resultados dos testes 

pseudo-T e pseudo-F

12

, que indicam o número de 

agrupamentos com maior ganho de informação. Os 

cálculos foram realizados com a utilização das va-

riáveis em taxas de crescimento (área plantada), em 

nível (área plantada e perda de área), e normalizadas 

(área plantada, perda de área e valor bruto da pro-

                                                 

11

Nesse ponto, utilizou-se uma medida arbitrária, mas coerente, 

que foi a média da quantidade (arredondada para mais) de 

clusters indicada pela análise visual dos gráficos dos testes 

pseudo-T e pseudo-F. Assim, por exemplo, se para o ano de 

1994, o primeiro teste tenha indicado 5 e o segundo 2, a 

quantidade escolhida seria 4. 

12

Essa medida é consagrada nesse tipo de metodologia. Para 

detalhes, ver Mingoti (2005) e S

AS

 (2008a). 

 

dução), de modo a se ter alternativas comparáveis 

de resultados frente aos indicadores das equações (1) 

e (2). 

 

 

3 - RESULTADOS 

 

 

Os valores referentes às taxas de crescimento 

de área destinada à colheita, ano base 1994, apresen-

tam três períodos distintos, isto é, 1995-2001, 2002-

2005 e 2006-2013. De 1995 a 2001, houve decréscimo 

na área destinada à colheita em comparação a 1994. 

Já o intervalo 2002-2005 exibiu uma inflexão positiva 

em relação ao ano base da série, movimento magni-

ficado entre 2006 e 2013. 

 

Além disso, calculando-se a média específica 

para o subperíodo 2009-2013, 29,09% acima do ano 

base da série, nota-se que a crise econômica mundial 

deflagrada em 2008 não parece ter tido impacto 

imediato sobre a expansão de área agrícola no Brasil 

(Tabela 1).  

 Ademais, 

considerando 

a presença de fatores 

ambientais não controláveis incidentes sobre a pro-

dução agrícola com base nos dados da tabela 1, cal-

cularam-se as médias quinquenais de crescimentos 

(sobre 1994) da área destinada à colheita no Brasil. 

 

Este procedimento (Figura 1), visa atenuar o 

impacto das naturais oscilações incidentes sobre o 

uso de área para fins agrícolas. Neste recorte, os 

dados pós-2008 confirmam a trajetória continuada e, 

de certa forma, intensificada do aumento de área 

plantada no Brasil entre 2009 e 2013. 

 

Isto posto, calcularam-se os indicadores I

1

 e I

2

 

da metodologia, selecionando-se as mesorregiões 

que geraram indicadores acima da respectiva média 

nacional em ambos os casos, vale dizer, I

1

 maior que 

11,74% e I

2

 maior que 29,09%. Das 137 mesorregiões 

brasileiras, 42 atenderam aos dois critérios simulta-

neamente (Quadro 1). 

 

Em termos de representatividade das re-

giões de ocorrência, observou-se uma menor pre-

sença de expansão de área agrícola na região Nor-

deste do país. Ali, quatro mesorregiões foram sele-

cionadas. 


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